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sua arte em foto, por Lathife Cordeiro

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No Cinema: NO

28.
Dezembro.
2012.

Chile, 1988. Pressionado pela comunidade internacional, o ditador Augusto Pinochet aceita realizar um plebiscito nacional para definir sua continuidade ou não no poder. Acreditando que esta seja uma oportunidade única de pôr fim à ditadura, os líderes do governo resolvem contratar René Saavedra (Gael García Bernal) para coordenar a campanha contra a manutenção de Pinochet. Com poucos recursos e sob a constante observação dos agentes do governo, Saavedra consegue criar uma campanha consistente que ajuda o país a se ver livre da opressão governamental. Essa é a história de NO {NO}.



Pinochet e o Chile ainda têm suas histórias muito ligadas. Por mais que se tenha a certeza que o ditador jamais será esquecido, sua figura ainda é quase onipresente - Pinochet não manda mais no Chile, mas o Chile ainda precisa de Pinochet. Talvez para evitar que um golpe do gênero se repita, por respeito aos mortos e torturados, pela dor das mães que ainda estão vivas e que há tanto tempo enterraram seus filhos. Por isso e muito mais um filme sobre seu governo ainda se faz necessário.



Mas NO é um longa de esperança - ele fala do "tiro que saiu pela culatra": o plebiscito que o ditador tentou forjar apenas para a comunidade internacional, mas perdeu. Como motor, de ambos os lados - do Sim e do Não - a publicidade, e é esse o maior charme do filme: a propaganda bem feita mudando a história. Comandados por Saavedra, uma equipe se dedica a mostrar o que durante anos a ditadura proibiu: o que o governo Pinochet fez, e a alegria que poderia estar por vir.



Para interpretar Saavedra, ninguém melhor do que Gael Garcia Bernal, um dos principais nomes do cinema latino. Dirigido por Pablo Larraín, ele traduz um publicitário dividido entre o futuro de esperança, a paixão pela profissão, o peso de um país, e problemas familiares.



Mais do que um bom filme - que é - NO é o retrato de uma das mais importantes vitórias recentes da democracia.
Vivas!



Nos Cinemas.


imagens: reprodução.


Até a próxima,

No Cinema: O Impossível

21.
Dezembro.
2012.

O casal Maria (Naomi Watts) e Henry (Ewan McGregor) está aproveitando as férias de inverno na Tailândia junto com os três filhos pequenos. Mas na manhã de 26 de dezembro de 2004, enquanto curtiam aquele paraíso após uma linda noite de Natal, um tsunami de proporções devastadoras atinge o local, arrastando tudo o que encontra pela frente. Separados em dois grupos, a mãe e o filho mais velho vão enfrentar situações desesperadoras para se manterem vivos, enquanto em algum outro lugar, o pai e as duas crianças menores não têm a menor ideia se os outros dois estão vivos. É quando eles começam a viver uma trágica lição de vida, movida pela esperança do reencontro e misturando os mais diversos sentimentos. Essa é a história do filme O Impossível {The Impossible}.



O início é a típica viagem de férias: pai e mãe com dois meninos ainda crianças, e um pré-adolescente que está claramente descontente em passar alguns dias na praia. No avião, o pai se preocupa com o que parece ser a maior tragédia possível: a casa ter ficado mal trancada e bandidos levarem tudo.

Quando chegam ao hotel, o paraíso toma a cor do azul e a textura da água: o mar os envolve em paz, e ali parece ser possível viver toda a alegria e união, ainda mais no período de Natal e ano novo.



Na manhã seguinte do Natal, dia 26 de dezembro, a família está reunida com outros hóspedes na piscina, quando a luz acaba, e um leve vento sopra. E é nesse momento, sem aviso prévio, sem grandes sons, que uma das maiores ondas marítimas que a história do Planeta já viu invadiu a terra firme.



Prestou bastante atenção na foto acima. Viu a onda surgindo como um monstro diante da paz de um dia ensolarado? Pois imagine isso de verdade, sem os {ótimos} efeitos visuais usados no filme. Esse momento de fúria da Natureza destruiu uma região de terra enorme e muitas construções, e, principalmente, matou milhares de pessoas. Conhecido como Sismo e tsunami do Oceano Índico de 2004, a tragédia alcançou, além da Tailândia, a Indonésia {que foi o Estado mais atingido}, o Sri Lanka, e a Índia. Ao todo estima-se que foram mais de 285.000. É interessante saber que o diretor Juan Antonio Bayona conseguiu reunir entre os figurantes vários dos sobreviventes de 2004.

Naomi Watts é o principal destaque dramatúrgico do filme, mas Ewan McGregor também está bem, e todas as crianças comovem muito.



Logo depois da tragédia, a câmera segue a luta da mãe tentando salvar a si mesma e ao filho mais velho, e aí Naomi e o jovem ator começam a desarmar a plateia com talento e muita emoção. O desespero toma conta dos espectadores mais sensíveis, que vêem o poder das águas e a impotência dos dois familiares.



O mais bonito é que O Impossível é uma história do máximo da superação, mas também de solidariedade.
* quando estão tentando se salvar, mãe e filho mais velho ouvem o gemido de uma criança, e o salvam:



* é o povo da própria ilha quem resgata os três, e os leva para um precário hospital - a essa altura abarrotado de sobreviventes, muitos a beira da morte. Nessa situação crítica, a mãe faz questão de incentivar o filho a tentar ajudar de alguma forma os que estão piores do que ele.



* quando finalmente é revelado que os outros membros da família sobreviveram,



o pai precisa contar com a ajuda de desconhecidos para cuidarem de seus filhos menores enquanto procura pela esposa e pelo primogênito.


São outras vítimas também que o ajudam na busca, emprestando artigos de máxima necessidade - como telefones celulares.



Considerado por muitos críticos mais severos como um filme dramalhão, O Impossível tem levado milhares de pessoas às lágrimas por sua história real, e pela forma como foi transferida para a tela. Este é um filme para se ver com os olhos da arte e da emoção - e aí, prepare-se para tsunami de lágrimas que sairá deles.

Para terminar a resenha, uma informação ilustrada e duas imagens.

>> no Festival de Cinema de Toronto 2012, o elenco de O Impossível encontrou a família que inspirou o longa.



>> Essa é uma das imagens reais de como ficou a Tailândia depois do tsunami de 2004:


>> e esse é um momento de esperança do filme, quando os três irmãos {os rapazes reais podem ser vistos na foto acima} se reencontram}:




Para ter esperança, para crer no ser humano, para amar mais a família, para renovar as forças diante do novo ano, assista O Impossível.
Nos Cinemas.


imagens: divulgação e reprodução.


Até a próxima,

Globo de Ouro 2013: conheça os indicados

13.
Dezembro.
2012.

Foram anunciados hoje, pela Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood, os indicados ao Globo de Ouro 2013. O anúncio foi feito por Megan Fox



e Jessica Alba.



Uma das principais prévias do Oscar, o Globo de Ouro se diferencia por premiar também os artistas e programas da televisão.

Confira a lista dos indicados ao 70º Globo de Ouro:

PRÊMIOS PARA O CINEMA

Melhor filme - Drama
"Argo" (2012)
"Django Livre" (2012)
"As Aventuras de Pi" (2012)
"Lincoln" (2012)
"A Hora Mais Escura" (2012)

Melhor filme - Musical
"O Exótico Hotel Marigold" (2011)
"Les Misérables" (2012)
"Moonrise Kingdom" (2012)
"Amor Impossível" (2011)
"Seven Psychopaths" (2012)

Melhor ator - Drama
Daniel Day-Lewis, "Lincoln" (2012)
Richard Gere, "A Negociação" (2012)
John Hawkes, "The Sessions" (2012)
Joaquin Phoenix, "The Master" (2012)
Denzel Washington, "Flight" (2012)

Melhor atriz - Drama
Jessica Chastain, "A Hora Mais Escura" (2012)
Marion Cotillard, "Ferrugem e Osso" (2012)
Helen Mirren, "Hitchcock" (2012)
Naomi Watts, "O Impossível" (2012)
Rachel Weisz, "The Deep Blue Sea" (2011)

Melhor ator - Musical ou comédia
Jack Black, "Bernie" (2011)
Bradley Cooper, "O Lado Bom da Vida" (2012)
Hugh Jackman, "Les Misérables" (2012)
Ewan McGregor, "Amor Impossível" (2011)
Bill Murray, "Hyde Park on Hudson" (2012)

Melhor atriz - Musical ou comédia
Emily Blunt, "Amor Impossível" (2011)
Judi Dench, "O Exótico Hotel Marigold" (2011)
Jennifer Lawrence, "O Lado Bom da Vida" (2012)
Maggie Smith, "Quartet" (2012)
Meryl Streep, "Um Divã para Dois" (2012)

Melhor ator coadjuvante
Alan Arkin, "Argo" (2012)
Leonardo DiCaprio, "Django Livre" (2012)
Philip Seymour Hoffman, "The Master" (2012)
Tommy Lee Jones, "Lincoln" (2012)
Christoph Waltz, "Django Livre" (2012)

Melhor atriz coadjuvane
Amy Adams, "The Master" (2012)
Sally Field, "Lincoln (2012)
Anne Hathaway, "Les Misérables" (2012)
Helen Hunt, "The Sessions" (2012)
Nicole Kidman, "The Paperboy" (2012)

Melhor diretor
Ben Affleck, "Argo" (2012)
Kathryn Bigelow, "A Hora Mais Escura" (2012)
Ang Lee, "As Aventuras de Pi" (2012)
Steven Spielberg, "Lincoln" (2012)
Quentin Tarantino, "Django Livre" (2012)

Melhor roteiro
"Amour" (2012): Michael Haneke
"Django Livre" (2012): Quentin Tarantino
"Lincoln" (2012): Tony Kushner
"O Lado Bom da Vida" (2012): David O. Russell
"A Hora Mais Escura" (2012): Mark Boal

Melhor trilha sonora
"Anna Karenina" (2012): Dario Marianelli
"Argo" (2012): Alexandre Desplat
"A Viagem" (2012): Reinhold Heil, Johnny Klimek
"As Aventuras de Pi" (2012): Mychael Danna
"Lincoln" (2012): John Williams

Melhor canção original
"For You" - Ato de Coragem
"Not Running Anymore" - Stand Up Guys
"Safe & Sound" - Jogos Vorazes
"Skyfall" - 007 - Operação Skyfall
"Suddenly" - Os Miseráveis

Melhor animação
"Valente" (2012)
"Frankenweenie" (2012)
"Hotel Transilvânia" (2012)
"A Origem dos Guardiões" (2012)
"Detona Ralph" (2012)

Melhor filme estrangeiro
"Amour" (2012)
"Kon-Tiki" (2012)
"Intocáveis" (2011)
"En kongelig affære" (2012)
"Ferrugem e Osso" (2012)



PRÊMIOS PARA A TV

Melhor série de TV - Musical ou comédia
"The Big Bang Theory" (2007)
"Episodes" (2011)
"Girls" (2012)
"Modern Family" (2009)
"Smash" (2012)

Melhor série de TV - Drama
"Boardwalk Empire" (2010)
"Breaking Bad" (2008)
"Downton Abbey" (2010)
"Homeland" (2011)
"The Newsroom" (2012)

Melhor filme feito ou minissérie para a TV
"Virada no Jogo" (2012)
"The Girl" (2012)
"Hatfields & McCoys" (2012)
"The Hour" (2011)
"Political Animals" (2012)

Melhor ator em série de TV - Drama
Steve Buscemi, "Boardwalk Empire" (2010)
Bryan Cranston, "Breaking Bad" (2008)
Jeff Daniels, "The Newsroom" (2012)
Jon Hamm, "Mad Men - Inventando Verdades" (2007)
Damian Lewis, "Homeland" (2011)

Melhor atriz em série de TV - Drama
Connie Britton, "Nashville" (2012)
Glenn Close, "Damages" (2007)
Claire Danes, "Homeland" (2011)
Michelle Dockery, "Downton Abbey" (2010)
Julianna Margulies, "The Good Wife" (2009)

Melhor ator em série de TV - Comédia ou musical
Alec Baldwin, "30 Rock" (2006)
Don Cheadle, "House of Lies" (2012)
Louis C.K., "Louie" (2010)
Matt LeBlanc, "Episodes" (2011)
Jim Parsons, "The Big Bang Theory" (2007)

Melhor atriz em série de TV - Comédia ou musical
Zooey Deschanel, "New Girl" (2011)
Lena Dunham, "Girls" (2012)
Tina Fey, "30 Rock" (2006)
Julia Louis-Dreyfus, "Veep" (2012)
Amy Poehler, "Parks and Recreation" (2009)

Melhor ator coadjuvante de série de TV
Max Greenfield, "New Girl" (2011)
Ed Harris, Virada no Jogo (2012) (TV)
Danny Huston, "Magic City" (2012)
Mandy Patinkin, "Homeland" (2011)
Eric Stonestreet, "Modern Family" (2009)

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou telefilme
Hayden Panettiere - Nashville
Archie Panjabi - The Good Wife
Sarah Paulson - Game Change
Maggie Smith - Downton Abbey
Sofia Vergara - Modern Family

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou telefilme
Max Greenfield - New Girl
Ed Harris - Game Change
Danny Huston - Magic City
Mandy Patinkin - Homeland
Eric Stonestreet - Modern Family

Melhor atriz em uma minissérie ou telefilme
Nicole Kidman - Hemingway & Gellhorn
Jessica Lange - American Horror Story: Asylum
Sienna Miller - The Girl
Julianne Moore - Game Change
Sigourney Weaver - Political Animals

Melhor ator em uma minissérie ou telefilme
Kevin Costner - Hatfields & McCoys
Benedict Cumberbatch - Sherlock
Woody Harrelson - Game Change
Toby Jones - The Girl
Clive Owen - Hemingway & Gellhorn


A entrega do Globo de Ouro 2013 acontece no dia 13 de janeiro, em Los Angeles.
E fique ligado porque nós, da VISÃO.ARTE, estaremos ligados em tudo!


Até a próxima,

Livros: O Poderoso Chefão

03.
Dezembro.
2012.

O carisma de Don Vito Corleone encanta na mais perfeita reconstituição da vida e dos negócios das famílias mafiosas de Nova York. Apesar de implacável, Don Vito é, essencialmente, um homem justo. Padrinho benevolente, nada recusa aos seus afilhados: conselho, dinheiro, vingança e até mesmo a morte de alguém. Em troca, o poderoso chefão pede apenas o respeito e a amizade de seus protegidos. Mas ninguém pode vencer as trapaças da idade. Quando seus inimigos atacarem juntos e tudo que a família Corleone significa estiver por um fio, o velho Corleone terá de escolher, entre seus filhos, um sucessor à altura. Essa é a história de O Poderoso Chefão, de Mario Puzo, lançado no Brasil pela Editora Record, com tradução de Carlos Nayfeld.



Sim, você já conhece essa história - e provavelmente a adora. O mundo inteiro conheceu a obra de Mario Puzo com a trilogia cinematográfica dirigida por Francis Ford Coppola {1972, 1974, e 1990}. Os filmes colecionaram indicações ao Oscar, vencendo muitas delas. Seu alcance tem a força dos maiores clássicos: novos fãs surgem a cada dia, e os que já se apaixonaram pela trama a defendem apaixonadamente.

O livro traz toda a força de Don Vito Corleone, começando da mesma forma que o filme: com a festa de casamento da única filha do Padrinho, Constanzia "Connie" Corleone {na verdade, com histórias rápidas que antecedem a festa, dando uma prévia do poder de Don Vito}. Mas as semelhanças não são totais. A obra impressa, por exemplo, dá muito mais importância para alguns personagens: é o caso do cantor e ator hollywoodiano Johnny Fontane, e de Lucy Mancini, madrinha de Connie e amante de Santino "Sonny" Corleone {a personagem tem papel importante no terceiro filme da trilogia}.

Publicado originalmente em 1969, o livro traz toda a força da Máfia, e cita personagens reais - como Al Capone. O autor traça um quadro extremamente realista da influência desse poder paralelo {ps. Lauro Cesar Muniz escreveu uma novela sobre a máfia com esse título: Poder Paralelo, foi exibida na Record} na sociedade americana do século XX. Seus personagens mesclam crueldade e ternura, e é impossível odiar completamente os membros da família Corleone.

É interessante observar a passagem do tempo, em trechos como os que falam do surgimento de Las Vegas como oásis do jogo legalizado nos Estados Unidos. Também nisso Puzo inclui seus Corleones - mostrando que o poder da Família era ilimitado dentro do território americano, e seu censo de oportunidade aguçado.

São diversas as diferenças entre as tramas do livro e dos filmes {com roteiros assinados por Coppola e Mario Puzo}, porém os principais personagens em ambos foram tratados com a mesma força e respeito: Vito e Michael Corleone. Nas telas de cinema eles são gigantes vividos por Marlon Branco {Don Vito velho} e Robert De Niro {o Don jovem}, e Al Pacino {Michael}. Nas páginas escritas por Puzo, essas figuras crescem em suas contradições: é possível ter afeto pelo Don que demonstra a doçura e o cuidado com a família de um avô; e Michael cresce do jovem americanizado para o chefe da máfia ali, diante dos nossos olhos, sem que haja furos em sua história - o leitor quase justifica suas escolhas, de tão cúmplice que se torna.

Aos apaixonados, a Editora Record traz um presente: para comemorar os 40 anos do primeiro filme, foi lançada uma edição comemorativa de luxo, com capa dura e texto na íntegra {imagem acima}. A editora também disponibiliza o livro através do selo BestBolso {foto a seguir}.



Nas livrarias.


agradecimentos: Editora Record.



Até a próxima,

Look da Semana no Werner e do filme O Homem da Máfia: rosa bebê Sobral

29.
Novembro.
2012.

Mais uma quarta-feira de turno duplo: dia de embelezar as unhas das mãos e nutrir os cabelos na Maison WERNER e da cabine do filme O Homem da Máfia.



Já estava sol, mas ainda ventava um pouco no Rio, então apostei na calça jeans. Essa foi presente da Cantão {grazie!}, que já aparece aqui pela segunda vez essa semana {adoro!!}. A camiseta com estampa linda de bicicletas também foi presente da Estilo Primordio {gracias!}. Blazer Leader, bolsa azul de tachas Opção Jeans, e sapatilha florida trazida de Londres. Os óculos são Absurda {também presente. rs. - grazie!!}.

Mas as grandes estrelas do look foram os acessórios rosa bebê: anel + pulseira + colar Sobral.


E aí??
Gostou??


FALANDO NISSO:
Nesta quarta o Rudi Werner estava lá na Maison {em Ipanema}, e aproveitamos para conversar um pouco e posar para essa foto linda:



Com o olho acostumado à beleza, ele também ficou encantado com as peças Sobral:



Logo depois da festa dos 25 anos da rede WERNER, Rudi viajou para fazer cursos em algumas capitais europeias. De volta ao Brasil, ele retornou a agenda de atendimentos, e você pode marcar um horário com ele ligando para (21) 2546.3402 - falar com Isabel Vaz.


E se você também quiser ser atendida na Maison WERNER, anote o endereço: Rua Visconde de Pirajá, 559, Loja B, Ipanema, Rio de Janeiro/RJ. Atendimento de 9h às 21h. (seg. a sex.) / 9h. às 20h. (sáb.). Tel: (21) 2512-5288.



Até a próxima,

Perfil

Meu nome é Lathife Cordeiro, tenho 28 anos, sou jornalista, assessora de imprensa, e apaixonada por arte e cultura. Moro no Rio de Janeiro, estou sempre em Paraty {RJ}, mas você pode me encontrar em qualquer lugar do mundo - principalmente no mundo virtual.

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